Entre quatro paredes
gritarei o seu nome
e mesmo que você não ouça,
soltarei a voz
até ficar rouca.
Entre quatro paredes
imaginarei sonhos
malucos,
e guiada por uma obsessão desmedida,
escreverei seu
nome com tanta fúria,
até que o sangue
jorre entre os meus dedos...
Entre quatro paredes tatuarei seu nome,
no ombro ou no ventre
e que nada desvie o meu pensamento.
Quatro paredes,
testemunhas frias e concretas,
entre eu e seu nome.
Nossa Sil! Mais uma lindíssima poesia! Adorei.
ResponderExcluirBeijo
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